(Re)lançamento norte/este (2010) de Nuno da Luz / 27 Setembro / 18.30h

(Re)lançamento norte/este (2010) de Nuno da Luz
Sexta-feira / 27 Setembro / 18.30 ~ 20.30

Para este (re)lançamento na STET, estarão disponíveis ambas versões da edição, novamente acompanhadas do som dos mares em falso estéreo, que lhes deram forma.

Edição bilíngue (Português e inglês), il., impressa em offset monocromo, 200 exemplares dobrados e 200 exemplares em poster.

~~~

Edição impressa publicada em 2010, como acompanhamento à instalação sonora «Nord/Ost», «norte/este» é um poster *e* panfleto desdobrável da autoria de Nuno da Luz, no qual se recontam as histórias, geografias e imagens paralelas às gravações de campo que deram origem à peça sonora. Composta por gravações feitas ao longo da costa da Alemanha, para captar o som do Mar do Norte (Nordsee em Alemão), e do Mar Báltico (Ostsee, literalmente o Mar de Leste em Alemão), as gravações tiveram lugar em Hörnum, na ilha de Sylt, e no Parque Natural de Jasmund, na ilha de Rügen; ambos paradigmas das estâncias de veraneio mais emblemáticas de cada uma das antigas «Alemanhas». Divididas geograficamente pela península da Jutlândia, e divididas politicamente até 1989, os dois mares misturam-se agora no interior da sala, cada um reproduzido através de um dos diferentes canais de um sistema de som estereofónico: no canal esquerdo, o Mar do Norte; no direito, o Báltico.

Lançamento Ginjal de Nuno Andrade / Xavier Barral / 19 Set 19h00

GINJAL / NUNO ANDRADE
Éditions Xavier Barral / Prix HSBC pour la Photographie

19 Set / 19:00h

STET – livros & fotografias
Rua Acácio Paiva, 20A / Alvalade

// / //

Nesta primeira monografia, Nuno Andrade documenta os frequentadores de um salão de dança em Cacilhas, a Floresta do Ginjal. Os seus retratos com flash mergulham-nos na intimidade destes casais, amantes, sonhadores, solitários e sedutores. Com uma fotografia imersiva, espontânea e sensível, que se foca nos detalhes, Nuno Andrade consegue não apenas documentar a vida deste lugar, mas também restituir a sua atmosfera atemporal e festiva, e retratar a comunidade de frequentadores que tornam o local vivo, destacando de maneira sensível os seus relacionamentos e particularidades.

// / //

GINJAL
NUNO ANDRADE
Texte Stefano Stoll
Bilingue FR / EN
19 x 24 cm / 108 pages / 51 photographies couleur
Collection Prix HSBC pour la Photographie
dirigée par Christian Caujolle
Éditions Xavier Barral, 2019

// / //

mais informação aqui: https://www.facebook.com/events/530547327757337/?active_tab=discussion

Lançamento Prospecto / André Guedes | 12 Set / 18:00h / Fábrica de Passamanarias

Lançamento Prospecto / André Guedes
12 Setembro / September, 18:00

Francisco Soares da Silva — Fábrica de Passamanarias
Tv. Fábrica dos Pentes, 4-A (Jardim das Amoreiras)
Lisboa

– – – – – –
O livro Prospecto documenta o ciclo de exposições homónimo desenvolvido por André Guedes entre 2013 e 2017. Em Prospecto a história do declínio da industria têxtil da Covilhã constitui uma oportunidade de digressão sobre as circunstâncias sociais, afectivas, politicas e tecnológicas do trabalho industrial, a sua transformação actual e futura.

O livro será apresentado por Juan de Nieves e André Guedes na fábrica de passamanarias Francisco Soares da Silva, em actividade desde 1840, seguindo-se uma visita às suas instalações.

– – – – – –

Prospecto
André Guedes
Textos / Emília Margarida Marques + Rui Lopes, Luísa Veloso + Fernando Matos Silva, Nathan Jones + Peter Jones, André Guedes, E.M. de Melo e Castro, Domingos Vaz, Fiama Hasse Pais Brandão, Juan de Nieves, William Morris
Design: Ana Baliza
Projecto editorial / André Guedes, Ana Baliza
130 páginas / 300 cópias
Pt / Eng
Co-edição / Galerias Municipais/EGEAC, André Guedes, 2019
Apoio / Support: Fundación Botín

– – – – – – –

mais informação aqui: https://www.facebook.com/events/738676123252157/?active_tab=about

STET ~ Lançamento ~ O meu país é o que o mar não quer ~ Paulo Palma ~ 26 Julho

Lançamento ~ O meu país é o que o mar não quer ~ Paulo Palma
Com a presença de Paulo Palma e Maria do Mar Fazenda
6a feira ~ 26 Julho ~ 18.30 / 20.30h
STET ~ Rua Acácio Paiva, 20A ~ Alvalade
~~~~~
Esta publicação resulta da exposição “O meu país é o que o mar não quer” que exibe cerca de 2000 postais ilustrados da costa Portuguesa editados ao longo do Século XX. Envolvido num panorama de imagens difundidas ao longo do século XX, o visitante encontra um dispositivo ótico que revela uma totalidade espacial e temporal, construída para a possibilidade de múltiplas leituras. Embora os postais ilustrados sejam o espelho de uma determinada circunstância, o seu conjunto permite perceber o processo de transformação da paisagem pelos agentes naturais de erosão como a água e o vento, a importância da pesca na afirmação identitária nacional e a pressão da ocupação urbanística que acelerou o processo de erosão.
~~~~~
O meu país é o que o mar não quer ~Paulo Palma
Textos Álvaro Domingues, Alvaro Garrido, João Coimbra Oliveira, Manuela Raposo Magalhaes, Maria do Mar Fazenda, Moisés Lemos Martins, Pedro Prista, Rita Catarino.
Design Pedro Nora
29×19 cm | 32 paginas
200 exemplares
Museu de Ilhavo, 2019

Lançamento | Fluvial de Tito Mouraz | 19 Julho

Lançamento | Fluvial de Tito Mouraz | Dewi Lewis Publishing
19 Julho | 6ª feira | 18.30 / 20.30h

STET – livros & fotografias
Rua Acácio Paiva, 20A | Alvalade
1700-006  Lisboa

~~~~~~

Fluvial é uma meditação em torno das praias e aldeias do interior norte e centro de Portugal.
Fotografadas entre 2011 e 2018, estas cenas fluviais transformam a geografia pessoal numa atmosfera de ficção. Dando conta de uma longa relação do autor com as praias e aldeias do norte e centro de Portugal, fazem-no não ao modo de uma investigação topográfica, mas relacionando erosão com visão. Tal como as correntes moldaram os elementos naturais, a passagem do tempo parece ter depurado o seu olhar, libertando-o da ironia, predispondo-o à percepção de formas e analogias, e a uma decência para com os seus iguais.

Capturando famílias em momentos informais da sociedade portuguesa, predominantemente emigrantes regressados a casa do norte da Europa para as férias de verão,onde corpos, troncos e seixos são aqui assemelhados a pequenas esculturas.
Os corpos humanos e não humanos emergem de esquemas de claro-escuro, quer como elementos de uma mise-en-scène ilusória, ou desfamiliarizados, reduzidos à mera forma, como por feitiçaria.

Realista ainda que onírico, transmitindo um sentido pagão da natureza, criando o efeito atmosférico de um Domingo infinito, Fluvial lembra um sonho de Verão — uma ode visual ao lazer humano.

~~~~~~

Fluvial
Photos and editing: Tito Mouraz
Text: Humberto Brito
Design: Sérgio Couto
Hardback | 310mm x 250mm
120 pages | 66 colour plates + 7 duotone plates in blue paper
First Edition – 650 copies
Dewi Lewis Publishing, 2019

Lançamento | CIDADE CINZA de Rui Dias Monteiro | 4 Julho

Lançamento CIDADE CINZA de Rui Dias Monteiro
livro de artista | múltiplo em fac-símile | 15 exemplares

5ª feira | 4 Julho | 18.30h / 23.00h

STET – livros & fotografias
Rua Acácio Paiva, 20A | Alvalade
1700-006 Lisboa

CIDADE CINZA
É um múltiplo em fac-símile de 15 exemplares, feito a partir de um livro de artista, exemplar único com o mesmo título, construído entre 2016 e 2018.
Inclui desenho e colagem de fotografia sobre papel.
Editado pela STET – livros e fotografias, 2019.
Os poemas também estão editados pela não edições, em Reunião de pedras.

Lançamento | Sighs de Fábio de Carvalho | 28 Junho

Lançamento Sighs | Fábio de Carvalho

28 Junho | 6ª feira | 18.30/20.30h

STET | Rua Acácio Paiva, 20A | Alvalade

Fábio de Carvalho
17×12 cm | 30 pp
Impressão digital s/ cartolinas coloridas 180 gms
Tiragem 50 exemplares (8 versões de diferentes cores)

Edição de autor, 2019 (2ª edição)

 

Sighs foi feito com fotografias analógicas de um diário de bordo produzido entre Portugal e Inglaterra. A natureza, o urbanismo e os espaços públicos fundem-se através de páginas coloridas que representam uma visão das memórias de um viajante, ao longo de um ano, com uma câmera de bolso de fotografia.

http://fabiodecarvalho.com

 

STET – Impressão Minha – Publicações Independentes no Brasil

IMPRESSÃO MINHA – Publicações Independentes no Brasil
Filme (27’) + Conversa
Com a presença da realizadora Gabriela Leite e da editora Cecilia Silveira

11 Junho | 3ª feira | 18.30 / 20.30h

STET – livros & fotografias
Rua Acácio Paiva, 20A | 20B (FILME)

“IMPRESSÃO MINHA”, DOCUMENTÁRIO SOBRE PUBLICAÇÕES INDEPENDENTES NO BRASIL

Qual o papel do impresso hoje? Qual seu sentido num mundo dominado por telas? Desafiando essas perguntas, uma exuberante cena de publicações independentes vem crescendo no Brasil.

O documentário curta-metragem “Impressão Minha” (27 min) faz um registro desse momento. Assumindo o recorte geográfico e temporal da São Paulo de 2017, o filme revela personagens e suas ideias sobre o poder da arte impressa, os bastidores dos processos de criação, a produção e a difusão das publicações, além das visões e debates em torno dessa movimentação.

Idealizadas por produtores culturais e editoras alternativas, as feiras de publicação independente hoje atraem um público de mais de 40 mil pessoas ao ano apenas em São Paulo, principalmente jovens e adultos interessados nas diversas formas de expressão artística em suportes impressos (livros, quadrinhos, fotografia, ilustração, colagens).

O documentário foi realizado por Peripécia Filmes e Avocado Edições, Ministério da Cultura e Governo Federal, com patrocínio da Fedrigoni Papéis, Icatu Seguros e CSU, contando também com apoio de pessoas físicas, por meio da Lei Rouanet. Os diretores do filmes estão disponíveis para entrevistas.

SINOPSE
Diante da hegemonia digital, a materialidade do livro ainda instiga. Impressão Minha apresenta a movimentação que acontece em torno dos livros e publicações independentes, no Brasil. Imerso entre artistas, editores e seus livros, o documentário abre espaço para reflexões sobre o mercado editorial, a liberdade de criação, a suposta oposição entre digital e impresso, o livro como objeto, as técnicas artísticas e de impressão…

Com entrevistas a Bia Bittencourt, da Plana, Cecilia Arbolave e João Varella, da Lote 42, Bebel Abreu, da Bebel Books, Kátia Fiera, DW Ribatski, Gilberto Tomé, Douglas Utescher, da Ugra Press, Beto Galvão, da Meli-melo Press.

FICHA TÉCNICA
Título: Impressão Minha
Duração: 27’15’’
Roteiro e Direção: Daniel Salaroli, Gabriela Leite e João Rabello
Fotografia: Raoni Maddalena
Produção: Peripécia Filmes e Avocado Edições

 

“IMPRESSÃO MINHA” Trailer 

STET | Charles Freger apresenta CIMARRON: Freedom and Masquerade | 6 de Junho

Charles Freger apresenta CIMARRON: Freedom and Masquerade
Booksigning and short talk at STET
6 de Junho | 5ª feira | 18.30 / 20.30h
STET – livros & fotografias
Rua Acácio Paiva, 20A | Alvalade
 
Cimarron é o terceiro de uma série de fotografias começou em 2014 por Charles Fréger dedicado às mascaradas; após Wilder Mann (2010), dedicado ao continente europeu e Yokainoshima (2013-2015), localizado no arquipélago japonês, Cimarron (2014 – 2018) está ancorada nos territórios das Américas. Numa área geográfica que se estende desde o Brasil, Colômbia, ilhas caribenhas e da América Central, até o sul dos Estados Unidos, incluindo catorze países, Fréger faz um inventário não exaustivo, das máscaras praticadas principalmente pelos descendentes de escravos africanos, celebrando a memória de seus pares e suas culturas singulares.
 
“Cimarron” designava no mundo colonial hispânico os escravos fugitivos, que levaram uma vida de liberdade, em cantos isolados, conseguindo estabelecer as suas próprias comunidades, ou juntando-se aos povos indígenas, forjando novas identidades. Mais tarde a palavra dá origem ao termo “marrom”, evocando depois de 1848, com a abolição da escravatura, a figura heróica de quem resiste à opressão. Por trás das múltiplas tradições de mascaradas apresentadas, movem-se os fantasmas de homens e mulheres que aspiram à liberdade.
 
Estas fotografias registam pessoas reais cujo sentido colectivo de memória, história popular e imaginação desafiam as nossas expectativas. Através deste conjunto de mascaradas, nos quais máscaras, maquiagem, figurinos, jóias e acessórios, se misturam as culturas africanas, indígenas e coloniais, tomadas na vertigem de um movimento sincrético plurissecular. A farsa é aqui o território onde uma comunidade se enfrenta a outra, um espaço onde se joga e se reinventa a relação com o opressor, imitando ou invertendo, mas sempre para a subverter.
 
Cimarron: Freedom and Masquerade
Charles Fréger
Textos: Ishmael Reed , Ana Maria Ruiz
320 pp | 19 x 24 cm
Thames & Hudson Ltd (Inglês) / RM (Espanhol), 2019